CORONAVÍRUS

O uso de Ibuprofeno - princípio ativo de Advil - está sendo questionado, frente à pandemia de COVID-19. Por isso, com o intuito de informar e esclarecer as dúvidas de nossos consumidores, preparamos uma lista com as principais perguntas e respostas sobre esse importante tema.

Como líder na categoria de dor no mercado de medicamentos isentos de prescrição (MIP) no mundo, não temos conhecimento de nenhuma evidência científica que vincule diretamente o uso de ibuprofeno, ou outros anti-inflamatórios, com o agravamento da infecção causada pelo COVID-19, o que corrobora com as recentes declarações das principais organizações internacionais de saúde ao redor do mundo, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para ter acesso às declarações na íntegra, acesse os links ao final deste post.

Sua segurança é nossa prioridade número um. Por isso, estamos monitorando de perto o pronunciamento das autoridades de saúde pública e dos médicos especialistas. Caso apresente os sintomas do COVID-19, recomendamos que procure orientação médica para sanar dúvidas sobre suas necessidades individuais de tratamento.

[Declaração OMS : https://twitter.com/WHO/status/1240409217997189128]

  • As pessoas devem conversar com seu médico, ou profissional de saúde, se tiver alguma dúvida sobre o tratamento de suas necessidades individuais ao procurar prevenir ou gerenciar sintomas ou condições.

    A segurança do consumidor é nossa prioridade número um e seguimos as orientações das principais autoridades de saúde pública e médicos especialistas. A GSK Consumer Healthcare concorda com as orientações mais recentes apresentadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que declaram respectivamente: “Com base nas informações atualmente disponíveis, a OMS não recomenda contra o uso de ibuprofeno. Também estamos consultando médicos que tratam COVID-19 e não temos conhecimento de relatos sobre efeitos colaterais negativos do ibuprofeno, além dos efeitos colaterais conhecidos e usuais que limitam seu uso em determinadas populações. A OMS não tem conhecimento dos dados clínicos ou populacionais publicados sobre este tópico”. A Anvisa também se procunciou com a seguinte declaração: “A Anvisa esclarece que não há evidências científicas conclusivas sobre o agravamento da infecção pelo novo coronavírus devido ao uso de ibuprofeno ou cetoprofeno. São necessários estudos epidemiológicos que forneçam dados mais robustos referentes aos efeitos dos anti-inflamatórios na infecção por Covid-19”

    Após 1º de novembro de 2019, quando se concretizou localmente a Joint Venture entre a GSK Consumer Healthcare e a Pfizer Consumer Healthcare, Advil, junto com outros produtos passaram a ser responsabilidade da Nova GSK Consumer Healthcare.”

  • O ibuprofeno, assim como alguns outros analgésicos, são usados para aliviar a dor, reduzir a febre e / ou reduzir a inflamação. Devido às suas propriedades anti-inflamatórias, analgésicas (alívio da dor) e antipiréticas (redução da febre), pode mascarar os sinais e sintomas da infecção, proporcionando alívio.

  • As pessoas devem conversar com seu médico, ou profissional de saúde, se tiverem alguma dúvida sobre o tratamento para suas necessidades individuais ao procurar prevenir ou gerenciar sintomas ou condições.

    A GSK Consumer Healthcare concorda com as orientações mais recentes apresentadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que declaram respectivamente: “Com base nas informações atualmente disponíveis, a OMS não recomenda contra o uso de ibuprofeno. Também estamos consultando médicos que tratam COVID-19 e não temos conhecimento de relatos sobre efeitos colaterais negativos do ibuprofeno, além dos efeitos colaterais conhecidos e usuais que limitam seu uso em determinadas populações. A OMS não tem conhecimento dos dados clínicos ou populacionais publicados sobre este tópico”. A Anvisa também se procunciou com a seguinte declaração: “A Anvisa esclarece que não há evidências científicas conclusivas sobre o agravamento da infecção pelo novo coronavírus devido ao uso de ibuprofeno ou cetoprofeno. São necessários estudos epidemiológicos que forneçam dados mais robustos referentes aos efeitos dos anti-inflamatórios na infecção por Covid-19” Após 1º de novembro de 2019, quando se concretizou localmente a Joint Venture entre a GSK Consumer Healthcare e a Pfizer Consumer Healthcare, Advil, junto com outros produtos passaram a ser responsabilidade da Nova GSK Consumer Healthcare.”

  • A GSK não tem conhecimento de nenhuma evidência científica que vincule diretamente o uso de ibuprofeno, ou outros anti-inflamatórios, com o agravamento da infecção causada pelo COVID-19. As pessoas devem conversar com seu médico, ou profissional de saúde, se tiverem alguma dúvida sobre o tratamento para suas necessidades individuais ao procurar prevenir ou gerenciar sintomas ou condições.

    A segurança do consumidor é nossa prioridade número um e seguimos as orientações das principais autoridades de saúde pública e médicos especialistas. A GSK Consumer Healthcare concorda com as orientações mais recentes apresentadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que declaram respectivamente: “Com base nas informações atualmente disponíveis, a OMS não recomenda contra o uso de ibuprofeno. Também estamos consultando médicos que tratam COVID-19 e não temos conhecimento de relatos sobre efeitos colaterais negativos do ibuprofeno, além dos efeitos colaterais conhecidos e usuais que limitam seu uso em determinadas populações. A OMS não tem conhecimento dos dados clínicos ou populacionais publicados sobre este tópico”. A Anvisa também se procunciou com a seguinte declaração: “A Anvisa esclarece que não há evidências científicas conclusivas sobre o agravamento da infecção pelo novo coronavírus devido ao uso de ibuprofeno ou cetoprofeno. São necessários estudos epidemiológicos que forneçam dados mais robustos referentes aos efeitos dos anti-inflamatórios na infecção por Covid-19”

    Após 1º de novembro de 2019, quando se concretizou localmente a Joint Venture entre a GSK Consumer Healthcare e a Pfizer Consumer Healthcare, Advil, junto com outros produtos passaram a ser responsabilidade da Nova GSK Consumer Healthcare.”

  • Não, o ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não aumentam o risco de contrair coronavírus (COVID-19) e a GSK não tem conhecimento de nenhuma evidência científica que vincule diretamente o uso de ibuprofeno, ou outros anti-inflamatótios, com o agravamento da infecção causada pelo COVID-19.

    A segurança do consumidor é nossa prioridade número um. Nosso portfólio de alívio da dor inclui medicamentos bem estabelecidos usados por milhões de consumidores em todo o mundo que, quando seguindo as orientações da bula ou rótulo, são seguros para reduzir a febre e proporcionar alívio da dor. Todos os medicamentos são estritamente regulamentados para garantir que cumpram os requisitos da autoridade de saúde local.

    Após 1º de novembro de 2019, quando se concretizou localmente a Joint Venture entre a GSK Consumer Healthcare e a Pfizer Consumer Healthcare, Advil, junto com outros produtos passaram a ser responsabilidade da Nova GSK Consumer Healthcare.”

  • A GSK não tem conhecimento de nenhuma evidência científica que vincule diretamente o uso de ibuprofeno, ou outros anti-inflamatórios, com o agravamento da infecção causada pelo COVID-19 em crianças.

    Os pais precisam seguir os rótulos dos produtos específicos, incluindo instruções de idade e dosagem. Os pais devem conversar com seu médico ou profissional de saúde, se tiverem alguma dúvida sobre o tratamento para as necessidades de seus filhos, quando procurarem evitar ou controlar sintomas ou condições.

    Após 1º de novembro de 2019, quando se concretizou localmente a Joint Venture entre a GSK Consumer Healthcare e a Pfizer Consumer Healthcare, Advil, junto com outros produtos passaram a ser responsabilidade da Nova GSK Consumer Healthcare.”

  • Reforçamos que as pessoas devem conversar com seu médico ou profissional de saúde, se tiverem alguma dúvida sobre o tratamento para suas necessidades individuais, quando procurarem evitar ou gerenciar sintomas ou condições.

    A segurança do consumidor é nossa prioridade número um e seguimos as orientações das principais autoridades de saúde pública e médicos especialistas. A GSK Consumer Healthcare concorda com as orientações mais recentes apresentadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Agência de Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que declaram respectivamente: “Com base nas informações atualmente disponíveis, a OMS não recomenda contra o uso de ibuprofeno. Também estamos consultando médicos que tratam COVID-19 e não temos conhecimento de relatos sobre efeitos colaterais negativos do ibuprofeno, além dos efeitos colaterais conhecidos e usuais que limitam seu uso em determinadas populações. A OMS não tem conhecimento dos dados clínicos ou populacionais publicados sobre este tópico”. A Anvisa também se procunciou com a seguinte declaração: “A Anvisa esclarece que não há evidências científicas conclusivas sobre o agravamento da infecção pelo novo coronavírus devido ao uso de ibuprofeno ou cetoprofeno. São necessários estudos epidemiológicos que forneçam dados mais robustos referentes aos efeitos dos anti-inflamatórios na infecção por Covid-19”

    Após 1º de novembro de 2019, quando se concretizou localmente a Joint Venture entre a GSK Consumer Healthcare e a Pfizer Consumer Healthcare, Advil, junto com outros produtos passaram a ser responsabilidade da Nova GSK Consumer Healthcare.”

Material de Suporte – Trade Associations e Autoridades de Saúde Internacionais

 

  1. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)
  2. US Food & Drug Administration (FDA)
  3. World Health Organization (WHO)
  4. European Medicines Agency (EMA)
  5. Consumer Healthcare Products Association (CHPA)
  6. Global Self Care Federation (GSCF)
  7. Theraputic Goods Administration (TGA)

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AS INFORMAÇÕES NESSE SITE SÃO EXCLUSIVAS PARA RESIDENTES NO BRASIL

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

Advil - ibuprofeno 400 mg. Nº Reg.: 1.2110.0056. Indicações: alívio temporário da febre e de dores leves a moderadas como: de cabeça, nas costas, muscular, de artrite, de dente, enxaqueca, cólica menstrual, de gripes e resfriados comuns. Contraindicações: alergia a qualquer componente da fórmula, úlcera ou sangramento gastrintestinal e asma.

ESTE MEDICAMENTO É CONTRAINDICADO PARA MENORES DE 12 ANOS. Cuidados e Advertências: Consulte um médico caso esteja amamentando, tenha qualquer doença do coração ou dos rins, cirrose hepática ou esteja sob cuidados médicos por qualquer condição grave; esteja em uso de qualquer outro AINE, AAS, diurético, anticoagulantes ou qualquer outro medicamento; ou tenha mais de 70 anos de idade. Interrompa o uso deste medicamento e consulte um médico caso ocorra uma reação alérgica ou indesejável. O uso contínuo pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares.

WYETH INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA.

ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA. INFORME IMEDIATAMENTE SEU MÉDICO EM CASO DE SUSPEITA DE GRAVIDEZ.

Referências bibliográficas:

1. Hersh EV et al.Ibuprofen Liquigel for Oral Surgery Pain. Clinical Therapeutics. 2000; 22:1306-1318.

2. Packman B, et al. Solubilized ibuprofen: evaluation of onset, relief, and safety of a novel formulation in the treatment of episodic tension-type headache. Headache. 2000 Jul-Aug;40(7):561-7. *comparado ao paracetamol 1000mg.

3. Doyle G, et al. Efficacy and tolerability of nonprescription ibuprofen. J Clin Pharmacol. 2002;42(8):912–919. 

4. Nicholas Hall Europe Limited, March 29th 2016. Based on N¡cholas Hall's global OTC database, DB6, global sales in manufacturer´s selling pr¡ce (MSP) - calendar year 2015.

5. Inclusão de Nova Forma Farmacêutica já aprovada no país, publicado em Diário Oficial da União, em 03 de março de 2008, Resolução Re nº 605, de 28 de fevereiro de 2008, pág 10.

6. Brasil, Arábia Saudita, África do Sul, Austrália, Bahrain, Canadá, Colômbia, El Salvador, Emirados Árabes, Equador, Estados Unidos, Filipinas, França, Georgia, Grécia, Guatemala, Holanda, Honduras, Hungria, Irã, Iraque, Irlanda, Israel, Itália, Kuwait, Líbano, Líbia, República Dominicana, México, Namibia, Ilhas Virgens, Jordânia, Oman, Panamá, Porto Rico, Venezuela, Quatar, Romênia, Turquia, Nicarágua.

7. Nenhum medicamento vendido sem prescrição no mercado (OTC) comercializado no Brasil mostrou ser mais eficaz que o Advil (OIBA) para dor aguda. Reference: Moore RA, Wiffen PJ, Derry S, Maguire T, Roy YM, Tyrrell L. Non‐prescription (OTC) oral analgesics for acute pain ‐ an overview of Cochrane reviews. Cochrane Database of Systematic Reviews 2015, Issue 11. Art. No.: CD010794. DOI: 10.1002/14651858.CD010794.pub2